terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Ê FLAMENGO!!!
Não sou sócio do clube... só torcedor. Flamengo é minha segunda alma!!!
Mas... o time viajou para a preparação visando a estreia na fase pré-grupo libertadores com apenas 15 jogadores. Elenco desmotivado (pagamento de salários só no último momento), treinador amordaçado (não gosto muito do Luxemburgo, mas o cara tem agido correto dessa vez no Flamengo) e a vagabunda da presidente (essa coisa chamada Fernanda Amorim) ainda ameaçando Deus e o mundo para se livrar da culpa pela sua incompetência em agir para que os negócios aconteçam.
Essa vagabunda é responsável pela saída do ZICO (afinal "fritaram" o galinho na gávea e ela não fez nada), atrasos nos pagamentos ao Ronaldinho (vão me dizer que ela não sabiam como deveriam funcionar as coisas nesse contrato?) e ainda por cima perde o Tiagho Neves para o Fluminense!
Vai ser boa gestora assim na casa do vasco!!! a vagabunda é tucana!!! se a situação já não é boa no Flamengo há muito tempo, imagina posar com o vampiro!!!!!!!!!!
Só vai dar mer.. !Vejam essa foto abaixo:
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| A partir do momento em que esse "coiso" posou com a camisa do Mengão, o tempo é de preocupação!! |
domingo, 15 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
BIG BOS.. BRASIL!
É uma pena, mas vai recomeçar mais uma temporada de baixaria na mais nojenta rede de televisão. É torcer para que essa edição tenha baixa audiência (o que será muito difícil de acontecer) para que a rede bobo deixe de exibir esse programa idiota!
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
DEVE SER POR ISSO QUE VOTEI NELE EM 1989,1994,1998,2002 e 2006. VOTAREI OUTRAS VEZES SE ISSO ME FOR PERMITIDO!!!
“Difícil não é subir”, escreveu o historiador francês Jules Michelet. “Difícil é, subindo, você permanecer o mesmo.”
Acho que essa frase explica a razão pela qual todos gostam de Lula, excetuada uma parcela retrógrada da classe média que tem preconceito contra pobres e nordestinos, sobretudo se eles ascendem.
Escrevi, no artigo anterior, sobre o oposto: por que Serra é tão amplamente detestado. Decidi ir para o inverso. Pessoalmente, tenho por Lula uma admiração moderada e distante. Entrevistei-o algumas vezes no começo dos anos 1980, quando os metalúrgicos do ABC sob seu comando articulavam as primeiras greves desde 1964. Nessa época, eu era repórter de economia da Veja. Achei-o vivamente inteligente: jamais confundi QI com a aquisição de diplomas.
Raras vezes votei em Lula. A ocasião em que tive mais convicção para votar nele foi quando seu adversário era Fernando Collor de Mello. Tive, na juventude, alguns problemas com o PT. Meu pai disputou a presidência do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo no final da década de 1970 contra uma chapa formada por pessoas que depois estariam no PT. O candidato rival de meu pai era Rui Falcão, de quem guardo uma imagem lhana e delicada. Jogou limpo e perdeu com dignidade. Mas muitos dos jornalistas que apoiavam Rui me pareceram arrogantes e grosseiros nas assembléias em que se debatia a greve. Alguns chamaram meu pai de “a voz dos patrões” porque ele antevira com presciência as enormes dificuldades que a greve enfrentaria para funcionar. Daí meu incômodo com o PT, que seria fundado em 1980, pouco depois da eleição do Sindicato de Jornalistas vencida por papai.
Lula, talvez por não ser um intelectual, jamais foi o típico petista que vê (ou via) o mundo de cima para baixo. Num determinado momento, muitos suspeitaram de que ele seria manipulado pelos intelectuais que o cercavam e o educavam. O tempo mostrou que isso jamais aconteceria. Lula, por sua extraordinária liderança, sempre comandou seus professores. Em nenhum momento foi teleguiado.
À medida que foi ganhando estatura, mexeu na aparência, mas não no conteúdo. Aparou a barba, colocou paletó e gravata. Mas não se vendeu. No começo de minha carreira, circulou uma história que, verdadeira ou não, mostra como Lula era visto. Uma montadora, no final do ano, teria deixado um carro na frente da casa de Lula como um presente. O objetivo era conquistar a aliança de Lula para que as reivindicações dos metalúrgicos fossem contidas. O carro, segundo a história, foi prontamente devolvido.
Lula é simples sem ser simplório. Fala como o brasileiro das ruas genuinamente. Se numa campanha vai a uma feira comer pastel com os eleitores, parece que está em seu habitat. Com Serra é o oposto: vê-se que ele, como o general Figueiredo, o último presidente militar, não gosta muito do “cheiro do povo”. Serra, para o brasileiro médio, jamais será o “Zé” de suas campanhas.
Lula, sob contínuos ataques da mídia no final de seu primeiro mandato, não vergou – o que é um sinal de força interior. Rumores afirmavam que ele estaria bebendo cada vez mais, e a ponto de renunciar ou cair como Collor. Vistas as coisas em retrospectiva, tais rumores soam como piada.
Um estadista tem que ter musculatura para suportar estoicamente as agressões. Conta-se que Fouquet, revolucionário francês, dormiu na sessão da Convenção em que era julgado e corria o risco de ser condenado à guilhotina.
No poder, Lula foi essencialmente o mesmo de sempre. Mudou o foco da administração para o combate à miséria – um ato que lhe dá um lugar de honra na história do Brasil. Ao mesmo tempo, foi pragmático o bastante para ajudar as empresas brasileiras – sobretudo as exportadoras. Jorge Paulo Lehman contou uma vez numa conversa da qual participei que Lula pegou o telefone e ligou para a embaixada brasileira em Buenos Aires ao saber que a Anbev de Leman enfrentava dificuldades burocráticas na Argentina. “Em situações parecidas, o Fernando Henrique dizia que ia resolver o problema e depois não fazia nada”, disse Leman. Vi também uma vez o então presidente da Vale do Rio Doce Roger Agnelli contar uma história parecida.
Lula subiu sem deixar de ser o mesmo, uma coisa rara como dizia Michelet. Por isso, acima de todos os outros motivos, é tão amado — e é também em consequência disso sobretudo que milhões de brasileiros, entre os quais me incluo, fecham o ano torcendo para que ele se recupere do câncer na garganta tão usada para defender os trabalhadores.
Fonte: Diário do Centro do Mundo. Artigo de Paulo Nogueira.
Fonte: Diário do Centro do Mundo. Artigo de Paulo Nogueira.
PARA UM 2012 ARRETADO!
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Um ano novo de 2012 arretado de
bom
procês tudim!!!!! Conselhos e desejos nordestinos para um 2012 bem pai d’égua pra gente.
SOBRE O AMOR
SOBRE O
TRABALHO
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- Reflita sobre as besteiras do ano passado e rebole no mato os maus pensamento.
- Murche as orêia, respire fundo e grite bem alto: SAI MUNDIÇA!!!
- Ah, e não esqueça do grito de guerra, que é prá dar mais sorte ainda: QUEIMA RAPARIGAL!!!!
Agora é só levantar a cabeça e desimbestar no rumo da venta que vai dar tudo certo em 2012. Afinal de contas os que não são nordestinos, são doidim prá ser, e nosso desejo é que sejam tão felizes quanto nós.
Peeeeennnnse num ano que vai ser muito bom.
Respeite como vai ser pai d’égua esse 2012.
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